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Procurador acusa Ricardo Sefer de chefiar quadrilha através da PGE, fala dos milhões recebidos pelo Hospital de Castanhal e alega que Pádua vai delatar esquemas

Reprodução AgênciaPará

Na Sessão do Conselho Superior da Procuradoria Geral do Estado do Pará, no último dia 14, o procurador Afonso Oliveira, abriu mão de sua defesa em um PAD que resultou na sua exoneração, e usou o espaço para denunciar suposta corrupção envolvendo o Procurador Geral do Estado, Ricardo Sefer, e outros agentes públicos.

No vídeo que circula nas redes sociais, Afonso Oliveira, afirmou que a PGE é gerida pelo chefe de uma organização criminosa que atua saqueando o Estado.  “Não há, seguramente, no órgão alguém que não saiba, eu mesmo já disse isso várias vezes, quem são os sócios do IDESMA”.  Disse Afonso fazendo referência direta ao Instituto de Saúde Santa Maria OSS, que funciona, segundo Afonso, na própria sede do escritório do PGE. “Ele atua em 100% das ações que o Idesma, como autor, atuando contra o Estado em tentativas claríssimas de fraude. A partir de 2019, em virtude de uma série de ilegalidades, gerando uma dívida com o fisco de mais de 60 milhões teve que mudar de nome de Idesma para ASELC (Associação de Saúde, Esporte, Lazer e Cultura) e, apesar de manter a mesma estrutura, mesma diretoria, mesmo site, não mudou de endereço.”

Afonso prosseguiu a denúncia relatando que a Aselc passou a receber 12 e depois mais 7 milhões no Hospital Regional de Castanhal para fazer 3 ou 4 atendimentos por dia, de portas fechadas. Prosseguiu Afonso dizendo que a dispensa dos 152 respiradores doados pelo Cayenne e o cancelamento do restante da compra dos 400 foram baseados em “mentiras toscas que não param de pé”.

Durante a sua exposição, Afonso faz uma revelação impactante, afirmando que o Estado comprou apenas 10 respiradores ao longo de toda a Pandemia, até o final de março de 2021. “Castanhal recebeu, do dia para a noite, a partir do momento em que a Aselc assumiu, 180 respiradores. E é nesse contexto, ainda que ocorreu aquela descoberta dos 19 respiradores no Abelardo Santos”.

Ao final de sua explanação, Afonso fala em delações premiadas, e faz referência ao fato do Pádua ter contratado a empresa Boutique, que atuou no caso JBS, do Ricardo Salde e Joesley Batista, e que é especializada em delações. O Procurador também criticou a postura dos membros da PGE. “O nível de destruição institucional causados ao Pará a partir dessa instituição, que já causou a perda de milhares de vidas, além de prejuízos de milhões de reais por mês, é histórico.” Finalizou.

Informações: O Antagônico

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1 Comentário
  1. Felipe dos Santos Júnior 2 meses ago
    Resposta

    ESSE GOVERNO É SÓ ROUBALHEIRA E DEPOIS FICAM DECLARANDO AMORES PELOS PARAENSES

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