PARÁ · BRASILsexta-feira, 9 de outubroAcesso à redação
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Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição

Trecho da reportagem da Agência Brasil. Publicação original: 02/10/2026. Leia a reportagem completa no link da fonte.
Aplicativos de redes sociais em um smartphone. Imagem ilustrativa.
mikemacmarketing / Wikimedia Commons · CC BY 2.0. Aplicativos de redes sociais em um smartphone. Imagem ilustrativa. Imagem redimensionada; recorte na miniatura. · Origem da imagem · Licença de uso

Durante a campanha para o primeiro turno das eleições gerais de 2026, pelo menos 554 vídeos e imagens do tipo deepfake foram publicadas nas redes sociais, conforme levantamento do projeto VigIA, realizado pela agência de checagem Lupa, que monitora o uso de IA no pleito.

Desses, 29 foram disseminados por perfis de candidatos ou partidos, o que pode gerar sanções.

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Deepfakes são conteúdos produzidos ou editados com ferramentas de IA a partir da imagem de uma pessoa real, manipulada de forma que ela apareça falando frases ou realizando atos que não são reais.

O Tribunal Superior Eleitoral proibiu essas publicações, que podem acarretar até na cassação da candidatura ou do mandato, mas também ressalvou que, para isso, elas devem estar caracterizadas como propaganda política e apresentar verossimilhança capaz de enganar o eleitor.

Fonte: Agência Brasil

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